quarta-feira, 27 de julho de 2011

PRINCIPAIS RELEVOS DO BRASIL

planície

Uma planície é uma grande área geográfica com pouca ou raramente com nenhum tipo de variação de altitude, como um deserto ou um pântano. Planícies são superfícies que apresentaram pequenos movimentos na crosta, sendo quase completamente aplainadas. São delimitadas por aclives, e os processos de deposição superam os de desgaste. Podem ser classificadas em planícies costeiras, quando o agente de sedimentação é o mar; fluviais, quando um rio é responsável por sua formação: e planícies de origem lacustre, ou seja, formadas pela ação de um lago. Uma planície é sempre sedimentar. Os continentes Europeu, e americano, possuem em sua geologia principal a planície. A planície é área plana e baixa. Geralmente localiza-se em baixas altitudes,ou seja, pouco elevada em relação ao nível do mar. É um dos tipos de relevo mais aproveitados pelo homem para atividades agrícolas.

PLANALTOS
Planalto ou plateau é a classificação dada a uma forma de relevo constituída por uma superfície elevada, comcume mais ou menos nivelado, geralmente devido à erosão eólica ou pelas águas. São como topos retos, superfícies topográficas, que podem ser regulares ou não.
É convencionado designar de planalto apenas as formações com altitudes maiores que 300 metros. Podemos considerar, por exemplo, o planalto do Tibete, o maciço central de França ou mesmo a Meseta Ibérica como superfícies planálticas importantes.
Planaltos podem ser formados por um grande número de processos, incluindo, emersão de magma, dispersão de magma, e erosão por água ou derretimento de geleiras. Magma emerge do manto causando a elevação do terreno, desta forma, largas rochas são elevadas. Planaltos podem ser construídas devido a processos erosivos de glaciações em áreas montanhosas, neste caso os planaltos encontram-se ao redor de montanhas. Água também pode erodir montanhas e outras formas de relevo em planaltos.
 Depreensão
 depreensão Sob o ponto de vista de influência da estrutura geológica nas formas de relevo, ou seja, morfoestruturalmente, na região Centro-Oeste e no Meio-Norte do Brasil surgem as chapadas com seus topos horizontais e declividade acentuada nas bordas. As chapadas do Centro-Oeste, como a dos Parecis e dos Guimarães, são divisores de águas entre as Bacias Amazônicas, Platina, do rio São Francisco e do rio Tocantins. No Nordeste Oriental a Depressão Sertaneja e do rio São Francisco sofreram transgressão marinha, o que contribuiu para a presença de fósseis de répteis gigantescos na Chapada do Araripe e em jazidas de sal-gema (cloreto de sódio) encontrado no subsolo. Na história do Brasil, tais jazidas de sal-gema eram chamadas de “barreiros” – elas facilitaram a expansão da pecuária pelo Sertão do Nordeste e pelo Piauí, através dos eixos dos rios São Francisco e Parnaíba.
No Sul e Sudeste do Brasil, as depressões desenham um grande, representado pela Serra Geral, separando os terrenos do Planalto Cristalino (continuação da Serra do Mar no sul) dos terrenos do Planalto Arenito-Basáltico. Entre este e o Planalto Vulcânico há uma linha de “cuestas”, relevo dissimétrico produto de erosão diferencial sobre camadas de rochas de resistências diferentes aos agentes externos do relevo.
As “cuestas” apresentam uma encosta íngreme de um lado (frente de cuesta) e outra levemente inclinada. Esta escarpa levemente inclinada é constituída de rochas magmáticas metamórficas mais resistentes à erosão.Por outro lado, a frente de uma cuesta é formada de terrenos menos resistentes.





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